Cada usuário possui uma identificação, normalmente um endereço de e-mail, mas que também pode ser um número, no caso do ICQ. Através dessa identidade as pessoas adicionam os conhecidos com os quais desejam manter contato e ter a possibilidade de conversar. Normalmente a troca de mensagens ocorre entre duas pessoas, mas há a possibilidade de se formar grupos de conversa.
O ICQ é considerado o primeiro mensageiro de sucesso mundial, liderando entre o final da década de 1990 e o começo dos anos 2000, mas foi ultrapassado pelo MSN da Microsoft e caiu em desuso, embora ainda seja muito usado em países do leste europeu. O MSN, hoje chamado Windows Live Messenger, permanece na liderança, mas enfrenta concorrentes de peso como o Google Talk, o Facebook Messenger e o Skype, este último mais focado em conversa audiovisual.
Com tantas opções, se popularizaram serviços que agregam vários mensageiros em uma única aplicação, como o Meebo, que pode estar sendo negociado com a Google por U$100 milhões.
Naturalmente, os mensageiros instantâneos evoluíram com o tempo e hoje permitem, além da troca de mensagens, que os usuários troquem arquivos, realizem videoconferências, conversem por áudio e insiram pequenas imagens (animadas ou não) ao longo das mensagens.
Depois de enfrentar muita resistência, os mensageiros instantâneos finalmente tiveram sua importância reconhecida nas empresas e são hoje amplamente usados nos ambientes de trabalho. Há, inclusive, estudos que dizem que o seu uso não diminui a produtividade, pelo contrário.
Os mensageiros chegaram a substituir outros meios de comunicação em várias ocasiões. Incontáveis usuários trocaram o envio de SMSs por aplicativos de mensageiros instantâneos para aparelhos móveis ou passaram a usar conexões de voz sobre IP (VoIP) do Skype em vez de realizar chamadas telefônicas.
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