Os mensageiros
instantâneos são um dos recursos mais úteis disponíveis na Internet.
Desde sua origem eles vêm atendendo a uma demanda clara dos usuários da
rede: o contato com outros internautas, o bate-papo, a troca de
mensagens... uma precursão dos movimentos sociais virtuais.
Incorporaram
serviços além das trocas de mensagens de texto e hoje oferecem a
comunicação por voz e vídeo. São tão influentes e utilizados na rede que
a partir deles surgiu a linguagem da web: abreviada, centrada na
transmissão da mensagem sem formalismos, com emoticons (uma invenção que
acompanha essa tecnologia): uma nova forma de se conversar! Que, em
geral, é muito criticada por ser totalmente arbitrária e fugir das
regras gramaticais, o que para muitos, prejudica o aprendizado dos
jovens e os acostuma a escrever errado ou, pelo menos, não os ensina a
escrever corretamente.
Os usuários tornaram-se dependentes deste
recurso que lhes permite manter contato com seus conhecidos e interagir
socialmente, diminuindo distâncias e possibilitando a troca de opiniões e
experiências no círculo de amigos.
Até mesmo nas empresas os
mensageiros alcançaram seus espaços. Mas, em muitas delas, ele é visto
como um vilão: prejudica a concentração e o foco dos empregados,
rouba-lhes a produtividade e suga os recursos da empresa.
As
empresas devem se valer de políticas de uso dos seus recursos,
controlando ou proibindo o acesso aos mensageiros instantâneos.
Atualmente existem softwares para fazer o bloqueio e/ou monitorar o que
está acontecendo na rede. Pesquisas revelam que o uso desses mensageiros
realmente prejudicam a produtividade dos empregados. Mas, por outro
lado, eles são uma fuga dos empregados de suas rotinas desgastantes.
Utilizar softwares como estes e redes sociais no trabalho é uma maneira
de levar um "pouco de casa" e se sentir mais confortável.
O mais
certo de tudo isso, é que os mensageiros sempre vão existir na Internet,
afinal eles prestam um serviço que é crucial para os usuários. No
futuro eles estarão cada vez mais cheios de funcionalidades e
interagirão uns com os outros, oferecerão ainda mais conforto e
possibilidades distintas de comunicação.
Postagem: Geovane F. Piccinin
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