TAREFA A
Casas Bahia surgiu da ação de um imigrante Polonês fugindo
das agruras da Europa pós Segunda Guerra. Inicialmente trabalhou como mascate
vendendo de porta em porta em
São Caetano do Sul, SP. Diferenciava-se por vender permitindo
parcelamentos desde o início. Primeira loja física foi aberta em 1957.
Na década de 70 expandiu-se com aquisição de redes pequenas
de lojas concorrentes e adquirindo controle acionário de uma financeira para promover o financiamento de seus clientes.
A partir de 1993 começa a expandir suas fronteiras avançando
para outros estados como MG, RJ, MT. Chegando em 2000 a ter lojas por todas as
regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Além de avanço em alguns poucos estados do
Nordeste. Há também sua inserção na região Norte nos últimos anos.
Em 2009 lança o portal de vendas http://www.casasbahia.com.br/, tornando-se
também uma empresa 1.0. No mesmo ano associa-se ao grupo Pão de Açúcar,
tornando-se um dos maiores grupos varejista de toda América Latina.
EMPRESA 0.0
– Centro
de custo
|
||
VALORES
|
Descrição
|
CASAS BAHIA -
exemplo
|
Organização
|
|
|
Logística
|
|
|
Modelo de
negócio
|
|
|
EMPRESA 1.0 – Cadeia de Valores de Negócios
|
||
VALORES
|
Descrição
|
CASAS BAHIA -
exemplo
|
Organização
|
|
|
Logística
|
|
|
Formato
|
|
|
Modelo de
negócio
|
|
|
EMPRESA 2.0 – Novos Modelos de Negócio
|
||
VALORES
|
Descrição
|
CASAS BAHIA -
exemplo
|
Organização
|
|
|
Formato
|
|
|
Modelo de
negócio
|
|
|
Infra-estrutura
|
|
|
Referências consultadas em 31/05/2012:
Natália Tereza
ResponderExcluirGrupo Branco
A tecnologia veio, tanto para facilitar diversas ações, quanto para reforçar a relação empresa-cliente. Sendo que essa última tem como principio ativo justamente os softwares sociais. Através da tecnologia as empresas se conectam ao mundo dos clientes, e existe maneira melhor de se aproximar do cliente do que participar das mesmas comunidades virtuais que ele? Seja no Orkut, Facebook ou Twitter, através dos softwares sociais as empresas podem acompanhar de perto o que os clientes precisam, o que eles esperam da empresa, as reclamações, enfim, pode fazer uma pesquisa de mercado completa, as vezes, sem que o cliente saiba!
E isso tambem é bom para o cliente, que terá a sensação de ser ouvido e de ter suas necessidades atendidas, através de sugestões feitas e que, eventualmente, podem ser acatadas pelas empresas.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirDe fato essa empresa já é 2.0, agora a questão que eu levanto é se realmente funciona ou se é só de faixada. Uma coisa é uma empresa ter perfis nas redes sociais mais utilizadas (Facebook, Orkut e Twitter) outra coisa é ela utilizar e principalmente como utiliza, não adianta nada a empresa falar que tem perfis nas redes sociais sendo que só serve para mandar propagandas. Na minha opinião além de utilizar corretamente, ela deveria usar com responsabilidade, ou seja, responder questões levantadas pelos clientes (reclamações, dúvidas sobre compras e produtos, etc), divulgar os trabalhos sociais e os eventos/atletas que ela patrocina, dentre outras coisas. Sem falar que tem sido crescente o número de adeptos às redes sociais voltadas para reclamação, e seria bastante interessante, as Casas Bahia também entrar nelas.
ResponderExcluirVirgili Rodrigues - Grupo Vermelho
ResponderExcluirAs Casas Bahia fazem uso de softwares sociais muito importantes nessa nova era de empresas 2.0, como as contas em redes e comunidades sociais que ajudam bastante no relacionamento com os consumidores e um RH.A empresa consegue inovar com um atendimento ao cliente que é dela mesma, o CBCC, que muitas empresas terceirizam o que as coloca um pouco distante do cliente.
A empresa poderia aproveitar de sua presença online para atrair interessados em seus produtos e com essa interação conseguir um provável aumento no número de vendas.
Wender Rodrigo - Grupo Azul
ResponderExcluirApesar de estar presente nas principais redes sociais, não vejo a empresa em questão utiliza-las de forma a potencializar e a fidelizar seus clientes. Há sim uma relação consumidor/organização , mas de forma mais indireta. Tem-se na maioria das vezes o uso excessivo dessas redes para fazer o merchan dos produtos e serviços oferecidos por ela,o que gera pontos negativos e positivos. De positivo, consumidores interessados podem aproveitar boas dicas através da internet, em contrapartida o ponto negativo é um possível afastamento das pessoas da rede social em questão. Por exemplo, um usuário do twitter ao observar que há vários "tweets" da empresa lotando a sua página inicial, pode simplesmente parar de acompanha-la. Então tem que haver um policiamento quanto o que e como usar tais redes sociais, para que, ao invés de aproximar o cliente, a empresa afaste-os.
As Casas Bahia poderiam utilizar aplicações da web para que o cliente tivesse mais um espaço para esclarecimento de duvidas como o FORMSPRINGME, que é uma ferramenta simples de se usada para ambos os lados.
Guilherme Oliveira - Grupo Azul
ResponderExcluirA empresa indicada pelo grupo pode ser considerada como uma empresa 2.0 pois utiliza das redes para se aproximar dos clientes, estabelecer vendas, divulgar produtos e serviços, bem como emprega demais tecnologias em seu negócio. Contudo, não considero expressiva que o controle não esteja formal quase como uma empresa 1.0 e que o cliente efetivamente participe na criação dos produtos e que ocorre há necessidade do compartilhamento livre de informação, promoção de experiências, habilidades, conhecimento, usando uma postura de abertura o que definitivamente caracteriza empresas 2.0.